"1º DE MAIO EM SÃO PAULO APONTA DIA 23 COMO DIA DE LUTA CONTRA LULA/BUSH"

A pça. da Sé foi tomada pela luta pelo entusiasmo
dos trabalhadores.

"Os trabalhadores ouviam seus verdadeiros
parlamentares"

"As bandeiras se agitavam sob as palmeiras"

"Dna. Juracy, 82, minha mãe, aposentada sentou-se
na escadaria da porta da Igreja da Sé para descansar
um pouco, enquanto os camaradas falavam no palanque.
"No palanque , visto de trás, os sindicalistas discursavam"
"Na base, os trabalhadores se movimentavam"

"Atentos ouviam, cantavam palavras- de-ordem
e agitavam suas bandeiras. "
Das 10h30 até às 13hs. , os trabalhadores se reuniram na
Pça. da Sé de São Paulo para manifestar seu protesto contra
as políticas do governo Lula, agora aliado de Bush e principal
serviçal das políticas imperialistas dos norte americanos na
América do Sul.
Caracterizado , principalmente, pela Unidade e Luta para
a realização de um dia de paralisações, o dia 23 de Maio , esse 1º
de Maio foi marcado pela forte participação dos sindicatos
organizados em torno da construção do Conlutas, a nova central
representativa dos sindicatos de luta dos trabalhadores.
Discursaram sindicalistas e dirigentes de partidos que eram
ovacionados pelos participantes, representantes dos movimentos
sociais como o MST(Movimento dos Sem Terra, Movimento dos
Sem Teto, Movimento dos Trabalhadores pela Educação dos
Trabalhadores, Movimentos Femininos pela Emancipação das
Mulheres e outros).
O ato foi encerrado com a fala do dirigente sindical dos bancários,
Dirceu Travesso representando o PSTU( Partido Socialista dos
Trabalhadores Unificado) e por Plínio de Arruda Sampaio do PSOL
( Partido do Socialismo e da Liberdade).
Depois, os trabalhadores seguiram em passeata passando em frente
a sede da prefeitura municipal de São Paulo e encerraram o ato na
Pça. Ramos de Oliveira cantando a Internacional, hino da classe
trabalhadora diante do Teatro Municipal de São Paulo.
Ao contrário do que afirmou Cristovão Buarque, não foi um 1º de
Maio em que o sindicalismo "amarelou" e sim um 1º de Maio bem
vermelho na melhor tradição de luta de defesa dos direitos sociais
da classe trabalhadora pela sua emancipação.


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